O led azul é usado em fototerapia como antifúngico e bactericida. Nos últimos anos mostra-se como um excelente opção de tratamento para infecções vaginais como candidíase de repetição, vaginose bacteriana e vaginite atrófica, com efeitos colaterais mínimos.
O seu mecanismo de ação dá-se através da liberação de fotoativos, as quais fungos, bactérias e micróbios são sensíveis, não resistem e morrem. Alguns estudos mostram que o led azul elimina cerca de 80% dos fungos presentes na flora vaginal, sem modificar as células da parede da vagina, e algumas mulheres relataram intervalos de um ano sem reinfecção após o tratamento.
De uma forma geral, mulheres portadoras de infecções vaginais são medicadas com antibióticos e/ou antifúngicos, via oral, creme vaginal ou óvulos. O uso recorrente de medicações por via vaginal pode acarretar em modificação da flora e uma piora do quadro a longo prazo. O fototerapia com o led azul não apresenta efeitos colaterais, exceto um sensação de aumento da temperatura relatado por algumas mulheres.

